ANDRADINA - O caso de maus-tratos que resultou na morte de um cachorro em Andradina teve novos desdobramentos nesta terça-feira (3). O corpo do animal foi desenterrado e encaminhado para necropsia em um hospital veterinário, onde passará por exames técnicos que deverão esclarecer a causa da morte.
Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Fabrício Mazotti, o tutor suspeito de ter agredido o cão com um capacete ainda não foi preso. Apesar disso, ele acompanhou o secretário e investigadores da Polícia Civil até o local onde havia enterrado o animal, na Rua Finlândia, no bairro Jardim Europa. No ponto indicado, o corpo foi localizado em avançado estado de decomposição.
De acordo com Mazotti, inicialmente o investigado afirmou que teria descartado o animal em um ecoponto do município, informação que posteriormente se mostrou falsa. “Ele disse que havia levado o cachorro ao ecoponto, mas isso não aconteceu. O animal estava enterrado e já apresentava forte odor. O fato ocorreu na sexta-feira”, explicou o secretário.
O corpo permanece sob responsabilidade do hospital veterinário, onde será realizada a necropsia para apuração das circunstâncias da morte. Após a conclusão do laudo, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente deverá formalizar a denúncia junto ao Ministério Público, solicitando a adoção das medidas judiciais cabíveis contra o suspeito.
Informações preliminares apontam ainda que o acusado pode ser reincidente em casos de maus-tratos a animais, o que pode agravar a pena, conforme previsto na legislação ambiental vigente. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, com acompanhamento das autoridades municipais.
Crimes de maus-tratos contra animais são considerados infrações graves e passíveis de punições severas. Diante das suspeitas de reincidência, chama a atenção o fato de o tutor ainda não ter sido preso preventivamente. Em situações como essa, a prisão cautelar pode ser aplicada para garantir a ordem pública, evitar novas ocorrências e assegurar a correta apuração dos fatos. Especialistas defendem que, havendo indícios de reiteração criminosa, a manutenção do investigado em liberdade até a conclusão do laudo pericial pode representar risco à integridade de outros animais, além de transmitir à sociedade a sensação de impunidade.

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Fonte/Créditos: Assessoria Prefeitura Andradina
Créditos (Imagem de capa): Assessoria Prefeitura Andradina

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