Familiares e amigos de Carmen Oliveira, desaparecida desde o dia 12 de junho, realizaram na noite desta segunda-feira (25) uma vigília em frente à Delegacia de Polícia de Ilha Solteira.
O ato, marcado por orações e cânticos religiosos, é mais uma manifestação promovida pelo grupo em busca de justiça. Desde o desaparecimento da universitária, já foram organizadas passeatas, carreatas e protestos, todos com o mesmo objetivo: clamar por respostas e justiça por Carmen.
ANDAMENTO DAS INVESTIGAÇÕES
Carmen está desaparecida há mais de dois meses. De acordo com o delegado responsável pela investigação, Miguel Gomes da Rocha Neto, os depoimentos recentes de Marcos Yuri Amorim e Roberto Oliveira — que estão presos sob suspeita de envolvimento no crime — confirmam que houve homicídio.
Apesar da confirmação, ambos negam participação direta no assassinato e na ocultação do corpo, responsabilizando um ao outro pelos atos.
Na semana passada, a Polícia Civil realizou uma reconstituição com base na versão apresentada por Roberto Oliveira. Já nesta quarta-feira (27), está prevista a reconstituição conforme o relato de Marcos Yuri Amorim.

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